See you in another place, soon!!!

De volta ao trabalho, apartir da semana que vem, o que muda RIGOROSAMENTE tudo.

De volta ao trabalho, apartir da semana que vem, o que muda RIGOROSAMENTE tudo.
Passei os primeiros dias do ano me perguntando: O que será hoje o amor para ela e encontrei isso algo, eu sei que você vai rir mto, mas tem mto do que é o amor para mim hoje. Exorcizei-me. (espero)
"Liberdade na vida é ter um amor pra se prender! A gente reclama muito da dependência, mas como é maravilhosa a dependência. Confiar no outro. Confiar no outro a ponto de não somente repartir as memorias, mas repartir as fantasias. Confiar no outro a ponto de esquecer quem se foi, sem que o outro esteja junto. É talvez chegar em casa e contar seu dia e só sentir que teve um dia quando a gente conta como foi. É como se o ouvido da outra pessoa fosse nossos olhos. Amar é uma confissão. Amar é justamente quando um sussuro funciona muito melhor que um grito. Amar é não ter vergonha de nossas dúvidas, é falar uma bobagem e ainda se sentir importante, é lavar louça e nunca estar sozinho, arrumar a cama e nunca estar sozinho, é aquela vontade danada de andar de mãos dadas durante o dia e de pés dados durante a noite." (Carpinejar)
Um 2011 repleto de você,
H.
Surprise on me! Exorcizou-se? O suficiente? Are u sure? May I help u? Rssss.
Eu sempre soube que este era o seu ideal de amor, honey. Eu diria que este ideal sempre foi um traço prevalente da e na maioria das suas negaçoes. Believe-me. Risos muitos e não venha me rogar pragas, muito menos costurar o meu nome na boca do sapo.
E talvez me esquivando um pouco (just a little bit, hold your horses) da sua pergunta, posso assegurar que o senhor começou o ano em grande estilo. Que deus assim o conserve. Risos e beijos de feliz muita coisa nova e algumas velhinhas, why not?
Risos
“O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história. O grande lance é viver cada momento como se a receita de felicidade fosse o AQUI e o AGORA.
Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais…, mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia? Tem sentido ficar chateado durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho?
Quero viver bem! Este ano que passou foi um ano cheio. Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões. Normal. Às vezes a gente espera demais das pessoas. Normal. A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor que acabou. Normal. O ano que vai entrar vai ser diferente. Muda o ano, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí? Fazer o quê? Acabar com o seu dia?
Com seu bom humor? Com sua esperança? O que desejo para todos é sabedoria! E que todos saibamos transformar tudo em
boa experiência! Que todos consigam perdoar o desconhecido, o mal educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim… Entender o amigo que não merece nossa melhor parte. Se ele decepcionou, passe-o para a categoria 3. Ou mude-o de classe, transforme-o em colega. Além o mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém. O nosso desejo não se realizou? Beleza, não estava na hora, não deveria ser a melhor coisa pra esse momento (me lembro sempre de um lance que eu adoro): CUIDADO COM SEUS DESEJOS, ELES PODEM SE TORNAR REALIDADE. Chorar de dor, de solidão, de tristeza, faz parte do ser humano. Não adianta lutar contra isso. Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam bem diferentes. Desejo para todo mundo esse olhar especial. O ano que vai entrar pode ser um ano especial, muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro. O ano que vai entrar pode ser o máximo, maravilhoso, lindo, espetacular… ou…Pode ser puro orgulho! Depende de mim, de você! Pode ser. E que seja!!! Feliz olhar novo!!! Que o ano que se inicia seja do tamanho que você fizer.
Que a virada do ano não seja somente uma data, mas um momento para repensarmos tudo o que fizemos e que desejamos, afinal sonhos e desejos podem se tornar realidade somente se fizermos jus e acreditarmos neles!”
Drummond de Andrade

De férias, desde o início da semana, o que muda RIGOROSAMENTE tudo.
Percebe-se pela fota.
Ai que delícia ter tempo pra cuidar da gente, café da manhã demorado, vestidinhos com decotinhos profundos, unhazinhas vermelho-melância, presentes e mais presentes-para-si.
Impressionante, mas férias são coisinhas do demônio mesmo: tudo em volta fica mais colorido, mais leve, recheadinho de associações simbólicas. Sentimos tintilar nossos cristaizinhos interiores e tudo vibra com maior nitidez!
Amores da minha vida, que vosso Natal seja repleto de companhias e presentes que, VERDADEIRAMENTE encantam, emocionam e surpreendem.
E que tenhamos um 2011 DIVERTIDAMENTE produtivo.
AMO VOCÊS!!!
When was that summer when the skies were blue?
The bright red cardinal flew down from it’s tree?
You tell me
When was that summer when it never rained?
The air was buzzin’ with the sweet old honeybee
Let’s see
You tell me
Were we there?
Was it real?
Is it truly how I feel?
Maybe
You tell me
[Solo]
Were we there?
Is it true?
Was I really there with you?
Let’s see
You tell me
When was that summer of a dozen words?
The butterflies and hummingbirds flew free
Let’s see
You tell me
Let’s see
You tell me
Do álbum: Memory Almost Full - Atualmente, o meu favorito ever.
Name James Nord
Location NYC
First post October 2007As a narcissist with great looking friends, it was natural for James Nord to fall into photography. (Preferred equipment: Canon 1DS-Mark II with a 50mm 1.4 attached.) His passions are as diverse as his tie collection, but the most apparent is his love of cycling: James put over 10,000 miles on his bike this year! He got his first interview for his job thanks to his blog, his favorite word is “vulpine” (it means foxlike), and he wears a suit every day.
Also check out…
She Saw, He Saw
She and He are movie fans who like film almost as much as they like each other.Supersonic Electronic
A curated collection of art, interviews, and pop culture.The Word of Notch
Markus Persson (aka Notch) created Minecraft and blogs about its development and his inspiration.
Sobre o post abaixo: Enquanto um coração se preocupar com outro, haverá sempre um milagre.
Beijobeijobeijo
Well done, bitch!
(pardon my french)
love u.
E adoro rir com você!
felicidade
(latim felicitas, -atis)
s. f.1. Concurso de circunstâncias que causam ventura.2. Estado da pessoa feliz.
3. Sorte.
4. Ventura, dita.
5. Bom êxito.
a felicidade eterna: a bem-aventurança.
Paris — Toda vez que chego a Paris tenho um ritual particular. Depois de dormir algumas horas, dou uma espanada no rodenirterceiromundista e vou até Notre-Dame. Acendo vela, rezo, fico olhando a catedral imensa no coração do Ocidente. Sempre penso em Joana d’Arc, heroína dos meus remotos 12 anos; no caminho de Santiago de Compostela, do qual Notre-Dame é o ponto de partida — e em minha mãe, professora de História que, entre tantas coisas mais, me ensinou essa paixão pelo mundo e pelo tempo.
Sempre acontecem coisas quando vou a Notre-Dame. Certa vez, encontrei um conhecido de Porto Alegre que não via pelo menos á2o anos. Outra, chegando de uma temporada penosa numa Londres congelada e aterrorizada por bombas do IRA, na época da Guerra do Golfo, tropecei numa greve de fome de curdos no jardim em frente. Na mais bonita dessas vezes, eu estava tristíssimo. Há meses não havia sol, ninguém mandava notícias de lugar algum, o dinheiro estava no fim, pessoas que eu considerava amigas tinham sido cruéis e desonestas. Pior que tudo, rondava um sentimento de desorientação. Aquela liberdade e falta de laços tão totais que tornam-se horríveis, e você pode então ir tanto para Botucatu quanto para Java, Budapeste ou Maputo — nada interessa. Viajante sofre muito: é o preço que se paga por querer ver “como um danado”,feito Pessoa. Eu sentia profunda falta de alguma coisa que não sabia o que era. Sabia só que doía, doía. Sem remédio.
Enrolado num capotão da Segunda Guerra, naquela tarde em Notre-Dame rezei, acendi vela, pensei coisas do passado, da fantasia e memória, depois saí a caminhar. Parei numa vitrina cheia de obras do conde Saint-Germain, me perdi pelos bulevares da le dela Cité. Então sentei num banco do Quai de Bourbon, de costas para o Sena, acendi um cigarro e olhei para a casa em frente, no outro lado da rua. Na fachada estragada pelo tempo lia-se numa placa: “II y a toujours quelque choe d’abient qui me tourmente” (Existe sempre alguma coisa ausente que me atormenta) — frase de uma carta escrita por Camilie Claudel a Rodín, em 1886. Daquela casa, dizia aplaca, Camille saíra direto para o hospício, onde permaneceu até a morte. Perdida de amor, de talento e de loucura.
Fazia frio, garoava fino sobre o Sena, daquelas garoas tão finas que mal chegam a molhar um cigarro. Copiei a frase numa agenda. E seja lá o que possa significar “ficar bem” dentro desse desconforto inseparável da condição, naquele momento justo e breve — fiquei bem. Tomei um Calvados, entrei numa galeria para ver os desenhos de Egon Schiele enquanto a frase de Camille assentava aos poucos na cabeça. Que algo sempre nos falta — o que chamamos de Deus, o que chamamos de amor, saúde, dinheiro, esperança ou paz. Sentir sede, faz parte. E atormenta.
Como a vida é tecelã imprevisível, e ponto dado aqui vezenquando só vai ser arrematado lá na frente. Três anos depois fui parar em Saint-Nazaire, cidadezinha no estuário do rio Loire, fronteira sul da Bretanha. Lá, escrevi uma novela chamada Bem longe de Marienbad , homenagem mais à canção de Barbara que ao filme de Resnais. Uma tarde saí a caminhar procurando na mente uma epígrafe para o texto. Por “acaso”, fui dar na frente de um centro cultural chamado (oh!) Camille Claudel. Lembrei da agenda antiga, fui remexer papéis. E lá estava aquela frase que eu nem lembrava mais e era, sim, a epígrafe e síntese (quem sabe epitáfio, um dia) não só daquele texto, mas de todos os outros que escrevi até hoje. E do que não escrevi, mas vivi e vivo e viverei.
Pego o metrô, vou conferir. Continua lá, a placa na fachada da casa número 1 do Quai de Bourbon, no mesmo lugar. Quando um dia você vier a Paris, procure. E se não vier, para seu próprio bem guarde este recado: alguma coisa sempre faz falta. Guarde sem dor, embora doa, e em segredo.
O Estado de S. Paulo, 3/4/1994

Porque não só o final de ano já me espreita da janela…
As férias já estão aqui, a postos, I mean, sentadinhas em minha frente, e euzinha só posso ficar ASSANHADA e SALTITANTE.
Well... testando...rs
Eu tinha escrito uma msn de niver pra tu, tatu... Mas parece que não chegou, sei lá...
Então trouxe procê - em clima natalino - este vídeo bacana:
http://www.youtube.com/watch?v=tgtnNc1Zplc
Feliz Natal! hohoho
Hohoho!!! Indeed!
Peste, adorei o vídeo.
Sobre a mensagem?
Well, antes à tarde, que nunca, já dizia minha avó…
Bjs
Qual o melhor presente que ganhou? Que você possa revelar, oficórsi...
Ah... é o Chorik tá...
Chorik?
Rá!